Posts tagged exposições

Cotidiano Latino / US em Los Angeles

Será inaugurada no dia 6 de outubro a exposição Cotidiano Latino / US, mostra coletiva com curadoria de Claudi Carreras.

A exposição inclui trabalhos dos fotógrafos Carlos Alvárez Montero, Sol Aramendi, Katrina Marcelle d’Autremont, Calé, Ricardo Cases, Livia Corona, Héctor Mata, Karen Miranda, Dulce Pinzón, Susana Raab, Stefan Ruiz e Gihan Tubbeh.

O catálogo que a acompanha, publicado pela Editorial RM, foi desenhado cuidadosamente, com uma espécie de declive entre os conjuntos de páginas que separam os artistas, fazendo uma alusão à bandeira norte-americana. No Brasil, ele está a venda na Livraria Madalena

Obras chegando…image

Obras sendo revisadas…image

E ta-da! Exposição montada.
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Projeto Nordestes Emergentes

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© Iatã Cannabrava

Fotógrafos de todo o país estão reunidos na Fundação Joaquim Nabuco, Recife, para discutir a documentação fotográfica gerada pelo projeto Nordestes Emergentes.
Fotografia, memória e narrativa oral estão reunidas em uma plataforma de produção de conhecimento que engaja dez fotógrafos de diversas regiões do país em torno de um projeto pioneiro”, diz Milton Guran, curador do projeto.

Nosso time: Paula Sampaio [PA], Tiago Santana [CE], Gustavo Moura [PB], Gleide Selma [PE], Emiliano Dantas [PE], André Dusek [DF], João Castilho [MG], Rogério Reis [RJ], Iatã Cannabrava [SP] e Fernanda Chemale [RS]. Produção do Estúdio Madalena.

Na mesa, da esquerda para a direita: Luis Henrique Romani, diretor da DIPES; Silvana Meireles, diretora do núcleo de Memória, Educação, Cultura e Arte da FUNDAJ; Fernando Freire, presidente da FUNDAJ; e Ciema Mello, coordenadora do Museu do Homem do Nordeste.

Últimos dias para visitar a exposição Moderna para Sempre em Ribeirão Preto (SP)

Até dia 20 de dezembro, o Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, recebe a exposição Moderna Para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira, com obras que integram a Coleção Itaú. Com curadoria de Iatã Cannabrava e produção do Estúdio Madalena, a exposição remonta aos anos 1940 a 1970, quando, na esteira do modernismo europeu e americano da primeira metade do século 20, fotógrafos brasileiros entraram na discussão sobre os limites da arte fotográfica. Em um total de 83 imagens, de 17 artistas, este recorte mergulha, sobretudo, no movimento fotoclubista brasileiro. 


© Estúdio Madalena

Cannabrava explica que o fotoclubismo brasileiro teve início em São Paulo, no Foto Cine Clube Bandeirante, em 1939, e se alargou para outros fotoclubes da cidade. Em geral, era composto por fotógrafos amadores que, livres das obrigações de um trabalho comercial, puderam experimentar e quebrar regras. Nesses núcleos aterrissaram artistas da estatura de Geraldo de Barros, Thomaz Farkas, José Yalenti e German Lorca, presentes na exposição. “Nas imagens, encontramos as buscas por formas e volumes, abstracionismos e surrealismo, em uma evidente influência das antigas vanguardas europeias”, conta o curador. 


© Estúdio Madalena

Os trabalhos destes artistas começaram pictorialistas, imitando os padrões da pintura do século XIX. Com o desenvolvimento e crescimento econômico do país, desembocaram no celeiro da fotografia moderna brasileira, a chamada Escola Paulista. “Por meio de experimentações estéticas e, por vezes científicas, redirecionou o rumo do fazer fotográfico como já estava ocorrendo na Europa e nos EUA em décadas anteriores. A partir deste momento, texturas, contraluzes, enquadramentos sóbrios, linhas geométricas, solarizações, fotomontagens, fotogramas, entre outros tópicos, passam a integrar o vocabulário criativo”, afirma.

Moderna Para Sempre – Fotografia Modernista Brasileira na Coleção Itaú
Abertura com coquetel para convidados: 5 de outubro (sexta-feira), das 15 às 19h
Em cartaz de 6 de outubro a 20 de dezembro
De terça a sábado, das 14h às 18h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre
Onde? Instituto Figueiredo Ferraz :: rua Maestro Ignácio Stabile,  200, Bairro Alto da Boa Vista - Ribeirão Preto :: 16 3623 2261 + www.institutofigueiredoferraz.com.br

"Uma outra cidade" na Galeria 535 (RJ)

No dia 13 de julho será inaugurada na Galeria 535, no Observatório de Favelas, a exposição “Uma outra cidade”, do fotógrafo Iatã Cannabrava. Na segunda-feira, dia 16, o fotógrafo participa de um bate-papo com o público a partir das 18h. As imagens apresentadas nesta exposição foram produzidas entre os anos de 2000 e 2004 em andanças do fotógrafo pela periferia de São Paulo. O processo se aproxima muito mais de uma crônica poética e política do que da tradicional denúncia de pobreza e miséria, tão comum aos olhos da atual fotografia contemporânea.

Utilizando a fotografia colorida como suporte, o trabalho pretende ser o retrato de uma “outra” cidade que em muito pouco se assemelha a São Paulo que pensamos conhecer.

Como atento observador, o fotógrafo Iatã Cannabrava percorreu vários bairros do Capão Redondo, “num trabalho corajoso que evidencia as fragilidades do nosso sistema sócio-econômico, através de imagens silenciosas que vêm formando um conjunto altamente explosivo e com densidade política e estética”, como escreve o crítico Rubens Fernandes Júnior.

Sobre Uma Outra Cidade o próprio fotógrafo revela: “Das fronteiras da São Paulo que todos conhecem, pra lá, existe uma outra cidade. Não é incomum a rapaziada da periferia referir-se aos bairros mais nobres com a expressão ‘vamos pra cidade’. Este pedaço de periferia, chamado Capão Redondo, tornou-se o palco principal do meu ensaio fotográfico. Foi para lá que levei o meu trabalho como professor, organizando workshops de fotografia, tanto com alunos de lá, como com alunos de cá. Para os de cá, a experiência única (por mais absurdo que isso possa parecer) de trilhar a ‘outra cidade’; para os de lá, a possibilidade de ver e valorizar a sua comunidade”.

Este trabalho já foi apresentado na Pinacoteca do Estado em São Paulo e, posteriormente, circulou nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Belém, no Brasil; Quito, no Equador; Montevidéu, no Uruguai; Bogotá, na Colômbia; e Assunção, no Paraguai. 

Exposição “Uma outra cidade”, do fotógrafo Iatã Cannabrava, na Galeria 535
Abertura: 13/07/2012, às 18h
Visitação: de 16/07 a 31/08/2012
De segunda a sexta, de 9 às 18h
Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
Rua Teixeira Ribeiro, 535, Paque Maré, Maré, RJ

Mais imagens de Uma outra cidade aqui.

Esquizofrenia Tropical

Dia 6 de junho, o Instituto Cervantes de Madri apresenta a exposição ”Esquizofrenia Tropical”, que integra a programação do festival PHotoEspaña (PHE). São duzentas fotos de 16 jovens fotógrafos de seis países hispanoamericanos: México, Argentina, Bolívia, Brasil, Chile e República Dominicana. 

Os trabalhos escolhidos para a mostra foram selecionados através do projeto “Transatlántica”, organizado pela AECID (Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo), pelo PHotoEspaña na Bolívia (AECID/Embajada de España) e em Santo Domingo (Centro Cultural de España). A iniciativa foi articulada por Víctor García de la Concha e Claude Bussac, diretores do Instituto Cervantes e do PHotoEspaña, respectivamente. A curadoria da exposição é de Iatã Cannabrava. 

Duas realidades contrapostas

A exposição reflete a bipolaridade, ou esquizofrenia que vem afetando a América Latina nos últimos tempos devido a duas circunstâncias contrapostas: de um lado, a tranquilidade proporcionada pelo desenvolvimento econômico, e de outro, a persistência de numerosos dramas sociais.

As obras – instalações e fotografias sobre diferentes suportes – se apresentam em 14 projetos ou ensaios fotográficos que refletem a visão dos artistas sobre essa dupla realidade.

O curador explica que as mudanças na sociedade latinoamericana – o crescimento econômico, o otimismo sobre o futuro e a ascenção da classe média – geram trabalhos visuais inéditos na fotografia documental neste território. “Através destes trabalhos é possível falar de uma fotografia sem sofrimento, tanto no conteúdo quanto na forma”, afirma Cannabrava.

Mesmo assim, os fotógrafos selecionados não abandonaram o olhar comprometido, tão presente na produção fotográfica recente latinoamericana. Assim, os trabalhos continuam expondo numerosas sequelas sem perspectiva de solução imediata, como a violência.

Essa dualidade também se expressa na montagem da exposição, que leva o espectador a dois caminhos. No meio da sala surge o espetáculo: a escala gigante das megacidades que crescem desenfreadamente. Nas zonas laterais, a mudança, se oferece um passeio por uma América Latina mais intimista, seja em paz ou em guerra.

Novos Talentos

Como nas três edições anteriores do Photoespaña, o Instituto Cervantes exibe trabalhos de jovens fotógrafos da América Latina, numa aposta de apoiar novos nomes e contribuir com a difusão e visibilidade de propostas renovadoras que emergem do outro lado do Atlântico.

Anteriormente, foram organizadas as exposições  “Resiliencia” (en 2009), “Encubrimientos” (2010) y “Peso y levedad” (2011).

Esquizofrenia Tropical
Quem?
 Melba Arellano (México) | Lucia Baragli (Argentina) | Guadalupe Casasnovas (República Dominicana) | Patricio Crooker - Alfredo Zeballos (Bolivia) | José Luis Cuevas (México) | Pedro David (Brasil) | Alejandro Kirchuk (Argentina) | Mayra Martell (México) | Tatewaki Nio (Brasil) | Alejandro Olivares (Chile) | Jorge Taboada (México) | Inés Tanoira - Franco Verdoia (Argentina) | Tuca Vieira (Brasil) | Nicolás Wormull (Chile)
Quando? abertura 6 de junho de 2012 às 20h :: visitação de 7 de junho a 16 de setembro :: terça a domingo, das 11h às 20h feriados das 11h às 14h fechado às segundas-feiras.
Onde? Sede central do Instituto Cervantes :: c/ Alcalá, 49, Madrid 
+ visitas guiadas ao público nos sábados e domingos de junho, exceto dia 30, e aos sábados de julho às 18h.

Quando o presidente norte-americano se referiu ao ex-presidente operário brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva como “this is the guy” já tinha começado há um bom tempo o que hoje se pode chamar de uma campanha mundial de amor pelo Brasil do dia pra noite deixamos de ser unicamente a terra da mulata do futebol da violência do samba suor e cerveja para nos tornarmos a terra prometida algo como a 5º economia a nação verde a sede da copa de 2014 e das olimpíadas de 2016 utilizando trecho da canção de Chico Buarque fado tropical eu diria que “ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal: ainda vai tornar-se um imenso Portugal!” mas achei importante ver como alguns artistas veem essa terra prometida sem preconceitos sem sofrimento mas com extrema acuidade e com ironia fina indispensável a uma discussão como esta terra prometida de Claudia Jaguaribe mostra Dr. Jekyll and Mr. Hyde sempre abraçados terra prometida de Cássio Vasconcellos define o Brasil como um grande congestionamento terra prometida de Dimitri Lee reordena o paraíso ou será o Inferno? Enquanto Roberta Carvalho coloca o olho que espia este conto de fadas contemporâneo.

Em comum, os 4 artistas convidados têm o exercício da realidade construída. A partir de imagens de seus próprios arquivos ou de fotos produzidas meramente como um primeiro passo do que logo irá se transformar numa imagem resignificada, reorganizam os elementos de nossas paisagens, criando, seja pela repetição, seja pela comparação, ou até mesmo pela sobreposição destes layers que configuram cidades como o Rio e São Paulo, imagens que são muito mais o reflexo do que é a terra prometida do que uma cena a olho nu pode nos oferecer. 

Não seria o Rio de Janeiro de Claudia, com todos esses seus planos estranhamente fakes, mais Rio de Janeiro do que nunca? Estamos orgulhosos de nossa grandeza enquanto Cássio nos põe diante do megatrânsito, tão cotidiano para os brasileiros, e ainda consegue nos fazer pisar no povo! Dimitri aposta no caos como o único resultado possível desta mistura que é o Brasil, e a jovem Roberta nos coloca diante da natureza mais pura, um rosto numa árvore.

Iatã Cannabrava
Curador
Estúdio Madalena  

De acordo com alguns gurus da fotografia, o século XXI será o século da fotografia gasosa. No momento, sabemos que, sem dúvida alguma, é o século das economias inflamáveis.

Emergindo da zona do euro, pasto das chamas inquisitoriais dos mercados, uma luz esparrama-se em direção de nossa retina para revelar-nos um segredo: que os milagres ainda existem. E acontecem mais além do Atlântico.

Com TERRA PROMETIDA, o comissário brasileiro Iatã Cannabrava oferece-nos uma visão pan-óptica que nos conduz a quatro perspectivas artísticas muito diferentes sobre uma mesma ideia: essa terra promissora, repleta de prosperidade, possibilidades, crescimento e, principalmente, futuro, em que o Brasil está se convertendo. Um país que está conseguindo aquilo que lhe é ainda mais difícil, alterando seu próprio imaginário. A partir de uma latente ironia, Cannabrava tece uma jornada visual por esse crescimento superlativo para mostrar-nos suas dúvidas, discursos, desequilíbrios, harmonias, contradições e presentes.

Neste catálogo e sua correspondente exposição, a Casa Amèrica Catalunya tem a magnífica possibilidade de reunir trabalhos de artistas da fotografia contemporânea brasileira como Claudia Jaguaribe, Cássio Vasconcelos e Dimitri Lee. Junto a eles, Cannabrava apresenta uma quarta jovem artista visual: Roberta Carvalho. 

Ao lado de Jaguaribe viajaremos por megalópoles multiplicadas até o infinito que conseguem transmitir-nos serenidade e não sufoco. Com Vasconcellos sobrevoaremos paisagens longínquas dimensionadas com um nível de detalhe tão incrível que nos fará duvidar da veracidade da visão. Com Lee mergulharemos num caleidoscópio ambiental fragmentado e somente belo em sua totalidade. Com Carvalho descobriremos o desassossego que pode produzir um olhar ancestral sobre o próprio.

Existe uma Terra Prometida. Esse lugar físico, líquido, sonoro e gasoso está no Brasil. E é para os próprios brasileiros, cidadãos de um continente em ebulição constante. Passem e vejam.

Marta Nin 
Diretora de Cultura e Exposições
Casa Amèrica Catalunya

Terra Prometida na Espanha

Foi inaugurada no dia 24 de maio, em Barcelona (ES), a exposição Terra Prometida.

Brasil ya es una de las primeras potencias mundiales. Y todavía puede crecer mucho más. Grandes ciudades e infraestructuras, recursos naturales y fuerza laboral, son el punto de partida de un grupo de artistas que ofrecen su visión de lo que ha hecho de Brasil una tierra prometida.

Brasil. Tierra Prometida, es una muestra de Casa Amèrica Catalunya comisariada por el fotógrafo y agitador cultural Iatã Cannabrava. Cuatro artistas interpretan con diferentes canales visuales lo que consideran “una campaña mundial de amor por Brasil”, en palabras de su comisario.

“De la noche a la mañana dejamos de ser únicamente la tierra de las mulatas, el fútbol, la violencia, la samba, el sudor y la cerveza, para convertirnos en la tierra prometida, una cosa así como la quinta economía mundial, la nación verde, la sede de la Copa del 2014 y de las Olimpiadas del 2016”, explica Iatã Cannabrava.

Diferentes artistas interpretan esta tierra prometida. Para Cláudia Jaguaribe es Dr. Jekyll y Mr. Hyde siempre abrazados; para Cássio Vasconcellos es una gran congestión; Dimitri Lee reordena el paraíso –¿o será el infierno?- mientras que Roberta Carvalho pone el ojo espia en este cuento de hadas contemporáneo.

En conjunto, los cuatro artistas invitados hacen un ejercicio de construcción de la realidad, reorganizando los elementos de nuestros paisajes.

Con Tierra Prometida, el comisario brasileño Iatâ Cannabrava nos ofrece una visión panóptica, gracias a la cual podemos recorrer cuatro miradas artísticas muy diferentes sobre una misma idea: aquella tierra promisoria, cargada de prosperidad, posibilidades, crecimiento y, sobretodo, futuro en que se está transformando el Brasil. Es la visión de Marta Nin, directora de Cultura y Exposiciones de Casa Amèrica Catalunya. “Un país que está consiguiendo el todavía más difícil al cambiar su propio imaginario. Desde una ironía latente, Cannabrava teje un recorrido visual por aquel crecimiento superlativo con el propósito de mostrarnos las dudas, discursos, desequilibrios, armonías, contradicciones y presentes”, dice la coordinadora general de la muestra.

En esta exposición, Casa Amèrica Catalunya tiene la magnífica posibilidad de sumar los trabajos de artistas de la fotografía contemporánea brasileña como Cláudia Jaguaribe (2 series, 8 obras), Cássio Vasconcellos (4 obras) y Dimitri Lee (4 obras). A estos autores, Cannabrava añade una cuarta artista visual novel: Roberta Carvalho (2 vídeos y 1 instalación en la calle, sólo del 21 al 26 de mayo).

Marta Nin describe así las obras de Brasil. Tierra Prometida: “De la mano de Jaguaribe viajaremos por unas megalópolis multiplicadas hasta el infinito que consiguen transmitirnos serenidad y no asfixia. Con Vasconcellos sobrevolaremos paisajes lejanos dimensionados a un nivel de detalle tan increíble que llega a provocarnos dudas sobre la veracidad de la visión. Con Lee nos someteremos a un calidoscopio medioambiental fragmentado y bello sólo en su totalidad. Con Carvalho descubriremos la inquietud que puede provocarnos una mirada ancestral sobre aquello que es propio”.

Para reflexionar sobre todo esto en Casa Amèrica Catalunya celebraremos unas jornadas de debate del 21 al 24 de mayo. Sociólogos, arquitectos y empresarios debatirán sobre el mito del Dorado. El exministro de Desarrollo Social y Lucha contra el Hambre en el Brasil Patras Ananias de Sousa y el escritor Paulo Lins , entre otros, debatirán sobre la fuerza de este país. El medio ambiente y el urbanismo serán otros temas destacados de estas jornadas, que acabarán con la visión personal de los artistas participantes a la exposición. La muestra se podrá visitar hasta el 26 de octubre.

Curadoria Iatã Cannabrava
Coordenação Geral Marta Nin
Coordenação de montagem Pedro Strukelj
Assistente de curadoria Luciana Rocha
Coordenação editorial Irene Paris B. de Hollanda
Projeto gráfico Elohim Barros
Tradução Nuria Riambau
Impressão Impressionart
Iluminação Toño Sáinz
Produção audiovisual Codi-AV

Onde? Casa Amèrica Catalunya :: c/Còrsega 299, entresuelo, 08008 :: Barcelona
Quando? 24 de maio a 26 de outubro de 2012 :: segunda a sexta, das 10h às 14h + 16h às 20h
$? Gratuito.
+ info www.americat.cat :: premsa@americat.cat :: 00.34.93.238 06 61

As Semanas Paulistas de Fotografia aconteceram na cidade de São Paulo a partir de 1985, com um evento chamado Semana de Fotografia da União dos Fotógrafos de São Paulo. Foram realizadas cinco edições do evento, sendo a última em 1991. Os cursos, exposições, oficinas ocorriam no Espaço de Atuação Cultural da União dos Fotógrafos de São Paulo, com apoio dos Laboratórios Curt, Fotoptica, Frata, Fuji Filme e Kodak enre outros patrocinadores ao longo dos anos.
Entre os fotógrafos participantes, estavam Nair Benedicto, Regina Lemos, Rubens Chaves, Carlos Fadon Vicente e Gal Oppido. A segunda edição, já com o nome II Semana Paulista de Fotografia, de 08 de dezembro de 1986 a 14 de dezembro de 1986 acontece o Projeto Nossa Gente, Galeria da Cosesp. O evento contou com uma exposicão, que envolveu 20 municipios de São Paulo, além dos seminários A fotografia Social, com a historiadora americana Naomi Rosemblum, Oficina Fotografia de Palco, com Emidio Luisi
A III Semana Paulista de Fotografia, de 7 a 12 de dezembro de 1987, teve exposição no MAB Museu de Arte Brasileira, da FAAP; no No Museu de Imagem e do Som – MIS e workshops com Ricardo Hantzchel e Pedro Vasquez .
A IV Semana Paulista de Fotografia, em 1990, teve coordenação geral de Iatã Cannabrava, produção executiva de Rosa Maraucci, Coordenação de Exposições de Isabel Amado, Coordenação de Audio Visuais de Rubens Chaves, Assessoria de Imprensa de Paulo Klein, Organização de Debates de Encontros de Fausto Chermont.
A V Semana Paulista de Fotografia, de 1991, última edição do evento, também coordenada por Cannabrava, teve a mostra La fura dels Baus, de Mônica Zaratini e a coletiva Sobrecor mostra coletiva de Cássio Vasconcellos, Luiz Braga e Pena Prearo - Casa da Fotografia Fuji, entre outras.

As Semanas Paulistas de Fotografia aconteceram na cidade de São Paulo a partir de 1985, com um evento chamado Semana de Fotografia da União dos Fotógrafos de São Paulo. Foram realizadas cinco edições do evento, sendo a última em 1991. Os cursos, exposições, oficinas ocorriam no Espaço de Atuação Cultural da União dos Fotógrafos de São Paulo, com apoio dos Laboratórios Curt, Fotoptica, Frata, Fuji Filme e Kodak enre outros patrocinadores ao longo dos anos.

Entre os fotógrafos participantes, estavam Nair Benedicto, Regina Lemos, Rubens Chaves, Carlos Fadon Vicente e Gal Oppido. A segunda edição, já com o nome II Semana Paulista de Fotografia, de 08 de dezembro de 1986 a 14 de dezembro de 1986 acontece o Projeto Nossa Gente, Galeria da Cosesp. O evento contou com uma exposicão, que envolveu 20 municipios de São Paulo, além dos seminários A fotografia Social, com a historiadora americana Naomi Rosemblum, Oficina Fotografia de Palco, com Emidio Luisi

A III Semana Paulista de Fotografia, de 7 a 12 de dezembro de 1987, teve exposição no MAB Museu de Arte Brasileira, da FAAP; no No Museu de Imagem e do Som – MIS e workshops com Ricardo Hantzchel e Pedro Vasquez .

A IV Semana Paulista de Fotografia, em 1990, teve coordenação geral de Iatã Cannabrava, produção executiva de Rosa Maraucci, Coordenação de Exposições de Isabel Amado, Coordenação de Audio Visuais de Rubens Chaves, Assessoria de Imprensa de Paulo Klein, Organização de Debates de Encontros de Fausto Chermont.

A V Semana Paulista de Fotografia, de 1991, última edição do evento, também coordenada por Cannabrava, teve a mostra La fura dels Baus, de Mônica Zaratini e a coletiva Sobrecor mostra coletiva de Cássio Vasconcellos, Luiz Braga e Pena Prearo - Casa da Fotografia Fuji, entre outras.